TERRA DO OURO



Pau-Brasil, Minas Gerais
Diamantina, Ouro Preto
A vila mais rica deste mundo
Fica em torno desse meio.

Centro, sul, leste, triângulo
Terra de mineiro sério,
Mucuri, vale do aço
Que trabalha com minério.

Diamantina e Ouro Preto
Deixa o seu rio mais limpo,
Trabalhando a céu aberto
No seu sítio de garimpo.

Portugal enriqueceu
Como nunca mais se viu...
Inglaterra, porquê
Minas Era o bolso do Brasil.

Ouro, gás, aço, petróleo
Minas sempre foi assim,
Da tua terra a sua riqueza
Pros empregos não ter fim.

Ferro gusa e cimento
Temos a todo momento,
Vales, montes e cavernas
Que nos trazem o sustento.

Terra, brita e areia
Do cascalho ao minério,
Até suas águas valem ouro
E estamos falando sério.

Essa terra é de verdade!
Minas é rica demais,
E tua pedra mais preciosa
É o povo de Minas Gerais.





PF PESCADOS



A casa é de você
E a opção é toda sua
Inovar, nosso dever
É a missão que continua.

Criando alternativas
Vamos sempre oferecer
Qualidade pra sua vida
Inovando com prazer.

Você tem opção,
Você pode escolher
Vamos sempre trabalhar
Para ajudar você.

Somos o passado
Que atua em seu viver
Fazendo do presente
O futuro do saber.

A PF está no ar,
Nosso lema é inovar
Com licença cidadão
Nós podemos te ajudar?

Propagandas e produtos,
Reportagens e enquete
Então venha visitar
Nosso endereço na internet.

Somos inovadores
Somos inacreditáveis
Temos muitos valores
E atitudes responsáveis

Venha ter uma boa vida
Melhorando seu viver
Venha para pensar alto
Inovamos pra você.   



Dedicatória



Agradeço a Deus por ouvir minhas orações, pela persistência em me ajudar e principalmente pela inspiração concedida.  Agradeço também minha família e parentes pelas orientações e por todo apoio moral, força e  carinho que eles tem me dado.

Dedico esse livro a todas as pessoas que passaram por minha vida e através dos nossos bons momentos, me inspiraram a compor várias histórias neste livro.

Dedico também ao Instituto Federal do Norte de Minas Gerais – Campus Januária e seus professores pelas muitas orientações e pela divulgação do meu trabalho em vários eventos escolares ao longo do tempo.

E principalmente ao povo mineiro em especial o Norte e Jequitinhonha, e a esse estado belíssimo, com suas dificuldades, com suas paisagens, lutas, hospitalidade, e suas vitórias, dedico cada verso, cada letra impressa neste livro.

K DEIVID BORGES



TRIÂNGULO MINEIRO



Libertas que será tamem
O triângulo mineiro
Proclama sua independência
Em solo brasileiro.

Dona beija oportuna
Convenceu os oficiais,
A impedir que o triângulo
Esquecesse os Gerais.

Minas sem o seu triângulo
Seria um vazio com fundo branco,
De sua bandeira a sua história
Jaz sem glória vive aos prantos.

Só teria a liberdade
De aos poucos se acabar,
Se o resto do estado
Resolvesse protestar.

Minas hoje a esse povo
Agradece os seus feitos,
Os mineiros e o triângulo
Tem estado mais perfeito.

Estado alegre e estado firmes
Tudo há de melhorar,
Pois pior só tem um jeito
Se sem o triângulo minas ficar.




SER MINEIRO

 SER MINEIRO
 SER MINEIRO 


Ser mineiro é maneiro
É maneiro ser mineiro,
Tua origem, tua história
Honra o país inteiro...

Nossas lutas e vitórias
Transformaram a nação,
Hoje o esporte nos alegra
Com seu time campeão.

Nossa veia é musical
A beleza é deslumbrante
Nossa perna é radical
E o coração é de estudante.

Temos olhos para a arte
Peito para a educação
E com o nosso braço forte
Vozes pra revolução.

Ser mineiro é maneiro
É maneiro ser mineiro,
Tua cozinha nos encanta
E teu povo é guerreiro.

Tua moda de viola
Povo humilde e hospitaleiro,
Causo, conto, lenda e história
Do terreiro ao travesseiro.

Na saúde ou na doença
Ser mineiro não tem jeito,
Tem só festa e alegria
Arraiá o ano inteiro.

Tua cozinha eu agradeço
Pão de queijo, brigadeiro,
Que saudade da vozinha
Fogão de lenha e o tropeiro.

Ser mineiro é maneiro
É maneiro ser mineiro,
O teu rio nos felicita
Se é passeio, eu primeiro! 



Superação



Era um dia calmo de julho
Um vento frio na rua escuto,
Cãezinhos a rasgar as sacolinhas
De comida no entulho.

Dentro do supermercado eu via
Um mendigo a comprar com alegria
Estava numa sacolinha a esperança
Que ele ganhara no seu dia.

De repente ele começa a chorar
E se joga no chão a gritar:
Porque meu Deus! Porque meu Deus!!
Como é que eu vou pagar?

Ninguém entendia o ocorrido
E ele chorando os seus gritos
Uma, eu pagava assim mesmo...
E o outro, eu falei seu mendigo.

Os cachorros comiam sua feira
O entulho destruiu a casa inteira,
Que construiu usando emprestado
Ferramenta e madeira.

As pessoas riam dele no mercado
A feira ia pagar sem ter usado,
A casa era só palha e madeira
Com pet reciclado.

 Manoel ficou muito preocupado
E fala ao rapaz desolado:
Pode contar comigo
E agora isso tudo é passado!

Manoel é um grande fazendeiro
Perdeu os pais num avião em janeiro,
Estudante militar em Curvelo
Decide dar ao rapaz na fazenda um emprego.

Ninguém conhece o rapaz na cidade
Ninguém conhece suas habilidades,
Pois Martín era um geólogo importante
Que sobreviveu a uma enchente em contagem.

Ali começava uma grande amizade
E a fazenda com o tempo cresceu de verdade,
Eram jovens talentosos e com pouquíssima idade
Cultivavam sabedoria e colhiam honestidade.

E eu velho hoje sou
Mas naquele tempo moço ainda era
Deivsket é como me chamam
Sou escritor, jornalista e poeta.
 
Essa história vou contar pra vocês
E outras mais me esforçarei em lembrar
Poemas, poesias e canções vamos ler
E no universo da imaginação viajar.




TAUTOLOGIA

TAUTOLOGIA
TAUTOLOGIA


A partir de agora
Expressamente proibido,
Freqüentar constantemente
A criação nova do Dito.

A razão é porque
Nos dias 1, 2 e 3 inclusive
Sobe as despesas com gastos
Pra manter o mesmo time.

Não dá pra retornar de novo
O superávit positivo,
Falo de um fato real
Demasiadamente excessivo.

Pois uma hemorragia de sangue
E sintomas indicativos,
Foi surpresa inesperada
Pra viúva do falecido.

Em duas metades iguais
Não sei o número exato,
Que vem como prêmio extra
Ela me gritava alto.

De ações que excedem em muito
A uma quantia exata,
Pra escolher um novo presidente
Pra empresa afundada.

Compareceram em pessoa
Logo que amanheceu o dia,
Todos foram unânimes
E exultaram de alegria.

Era um elo de ligação
Na prefeitura municipal,
Um vereador da cidade
Com destaque excepcional.

Com sua palavra de honra
Fez uma escolha opcional,
Voltar atrás dos funcionários
Na abertura inaugural.

Fim do preconceito intolerante
E o vandalismo criminoso,
Sua propriedade característica
É ver detalhes minuciosos.

E os projetos para o futuro
Tinham mais outras alternativas,
Encarar de frente os problemas
E lançar sua autobiografia.

Com o sorriso nos lábios
Criou novos empregos,
Última versão definitiva
Abusando demais do Ditoneiros.

Repetiu outra vez o site
Pro seu acabamento final,
E a multidão de pessoas viram
No seu velório um fato real.

Que a criação nova do Dito
Podia interromper de uma vez,
Juntamente com o mandato...
Certeza absoluta que fez.

Completamente vazio
O erário público pra eleição,
Colabore com uma ajuda:
E ganhe a presidência
Grátis então.

 K DEIVID BORGES
-----------------

PS.: para quem ainda não sabe, Tautologia ou Pleonasmo é a repetição de palavras do mesmo sentido ex,: Subir pra cima, Descer pra baixo...



MINEIRÍNDIOS

MINEIRÍNDIOS
MINEIRÍNDIOS


Opará, Opará...
Onde você vai parar?
Nossa história, tua riqueza
Norte dos Xacriabá.

Dos Tupi, Guarani
E do tronco macro-jê
Pardo, doce, grande e sul
Nossa vida é você.

O Puri, Xucuru
Aranã e Caxixó
Kariri, Pankararu
Araxás e Pataxó.

O Mokuriñ, Xacriabá
Krenak e Maxakali,
Os guerreiros que fizeram
Nossa história até aqui.

Nas cavernas há relatos
De vida dos ancestrais,
Hoje vejo ilustrações
De animais monumentais.

Vemos fauna e a flora
Arquiteturas naturais,
Na cultura e na história
De toda Minas Gerais.

Desde o rio das águas rasas
A enseada do rio grande,
Minas tem a sua história
Com os índios interessante.

Itacolomy, Peruaçú
Itambé, Caparaó
Grande sertão veredas
E a serra do cipó.

O rio preto, Itatiaia
Papagaio e caraça
Ibitipoca e rio doce
E a serra da canastra.


Itacarambi e Unaí
Itamarati e Araguari
Grupiara e Uberaba
Itaguara e Ituiutaba

Gurinhatá e Araxá
Itajubá e Ibiá
Bocaíuva e Itabira
Guaxupé e Ipatinga.

Guiricema e Inhapim
Iguatama e Manhumirim
Inimutaba e Tanhandu
Pirapora e Paracatu.

Manhuaçu e Paraguaçu
Ita pedra, Açu grande
Para rio, mesmo onde
A escrita em Tupi,
Saiba o que a
Palavra esconde.



Jequitinhonha

Jequitinhonha
Jequitinhonha


Vale do Jequitinhonha
De saudade está em dores,
Aonde foram os seus homens?
Aonde estão seus trabalhadores?

A falta de jovens e adultos
É um caso muito sério,
Só não falta cidadão
Onde hoje é o cemitério.

Tuas mulheres e crianças
Se tornaram artistas natos,
Na arte da olaria
E fazer artesanato.

Na casa de pau-a-pique
Com argila, com madeira,
Longe da água do rio
Com subida, com ladeira.

Longe também da escola
Quando quebra a condução,
Planto sempre pé de milho
De mandioca, de feijão.

Salve nossa mata atlântica
E o turismo nos Gerais,
Com nossos parques e cavernas



COZINHA MINEIRA



O cheirinho de milho verde
Da cozinha da vovó
Reunia a casa inteira
E ninguém ficava só.

Causos, contos e histórias
Sempre que ficava frio,
E a lenha aquecia
As brincadeiras do meu tio.

Sempre um franguinho caipira
Se metia a cantar,
E o pezinho de moleque
Brigadeiro dava lá.

Toda vez que em meio a história
Um cafezinho alguém nos dá,
Acompanhando um chá de erva,
Um mingauzinho de fubá.

De manhã um pãozinho de queijo
Ou pãozinho na manteiga,
Com mais um café com leite...
E ainda aguardo a sobremesa.

Dessa vez minha mãezinha
Preparou uma surpresa,
Beijuzinho de tapioca
Pessoal já tá na mesa.

Pro almoço um feijãozinho
Com tutu ou com tropeiro,
Com linguiça, com legumes
Com galinha ou torresmo.

Repolho, couve ou alface
Arroz, mandioca ou inhame frito,
Angu, quiabo e farinha
E também ovos batidos.

Sobremesa o melado
Com queijo ou requeijão,
Marmelada ou goiabada
Banana, laranja ou mamão.

No jantar sopa e legumes
Arroz com ovos estrelados,
Jiló, quiabo, batata, mandioca
Feijão simples ou com farinha virado.

Minas tem o seu sabor
Minas tem suas vitórias,
Tuas panelas e os fogões
Tem cheirinho de histórias.




MINEIRIDADE

MINEIRIDADE
MINEIRIDADE


Minas não faz parte do Brasil
Minas não faz parte do mundo,
Se no universo Minas você não viu
É porque minas está em tudo.

O leite mineiro:
Vai pra via láctea
O Cruzeiro e as estrelas:
São só dos mineiros
Os corpos Atléticos:
São só dos mineiros
O queijo é de minas
E o pão é mineiro
Até mesmo os Americanos
São dos mineiros...

Minas não faz arte
Minas é arte,
Minas não tem mar
Minas é mar.

Mesmo na Espanha
O mar de Minas não tem fim,
E até mesmo um cego
Vê a arte no Inhotim.

A riqueza de suas terras
Foi o bolso do país,
Com sua fauna e sua flora
Até nós somos feliz.

O sertão, o Pantanal
As carrancas e o gás,
Confecções, artesanatos
E o aço de Minas Gerais.

Minas não tem tempo
Minas não tem idade,
Minas pertence aos mineiros
E os mineiros a mineiridade.


Aula de matemática
Sobre o triângulo mineiro...
Passa Quatro e Três Marias
São Sete Lagoas mesmo?

E o Delta de Passa Vinte
Unaí então...
Com as terras de Virgolândia
E o café Três Corações.

Mineiro não pensa
Mineiro não toca,
Mineiro sô matuta
E faz as moda de viola.

Se mineiro é brasileiro
Sei que isso não tá certo,
Brasileiro é inteligente
Mas mineiro é esperto.

Tem mineiro até no Chile...
No passado e no futuro,
Minas tá no mundo inteiro
E os mineiros tão em tudo.

Minas tem cavernas
Minas tem histórias,
Até povos de outros planetas
Veio ver as nossas glórias.

A riqueza de suas terras
Foi o bolso do país,
Com sua fauna e sua flora
Até nós somos feliz.

O sertão, o Pantanal
As carrancas e o gás,
Confecções, artesanatos
E o aço de Minas Gerais.

Minas não tem tempo
Minas não tem idade,
Minas pertence aos mineiros
E os mineiros a mineiridade.

NORTE ESQUECIDO

NORTE ESQUECIDO - Acabou meu pequi E sobrava o pecar O sinal transgredir E de carro passar.

Norte de Minas Gerais
Terra que agente conduz,
De dia falta água
E de noite falta luz!

Seu estado é tão crítico
Que não tem remédio ou governo,
Só recebestes uma visitinha:
E é a do sol, o dia inteiro.

Seca-se a erva,
Põe-se o sol...
Mosquitos, insônia
E calor no lençol!

Se digo que sou do norte
Não me chamam de mineiro.
Baiano ou goiano
Também não receio...

Houve um ano
Que faltava sossego,
Tiravam cinco SUJeitOs
E 'ainda faltavam prefeitos'!

Logo abrisse um edital
E fizesse um concurso:
Porque prefeito pro norte?
É um artigo de luxo!!!

No mês falta médico!
Na semana enfermeiro!
No ano hospital!
E no dia pedreiro...

Nem podia levar
As grávidas potra cidade,
Posto e gasolina
Acabou de verdade...

As filas de veículos
Chegavam na escola!
Professores em greve
E protestos agora.

Nas ruas afora
Com os moleques descalço...
É pipa! ebola! puro descaso!
A balsa não passa,
E o serviço escasso.

Terminou o petróleo
Energia e o gás!
Presidente e dentista
Nem ponte faz mais!

Acabou meu pequi
E sobrava o pecar,
O sinal transgredir
E de carro passar.

Pois a noite choveu
E a luz ela levou,
Saí da igreja num breu
Mas em casa ela voltou.

Acendi uma vela
E o cristão foi orar:
Que a fartura dessa terra
Possa um dia voltar...

O estado parece andar
No seu rumo sem o norte,
Até nos livros de estória
Confirmamos essa sorte.

Na escola um dia duvidei
E ao professor fui perguntar:
O norte é uma terra boa?
Respondeu: Tudo o que se planta dá.

K. DEIVID BORGES - POEMAS, POESIAS E CANÇÕES



MISCIGENAÇÃO



Bem-vindo São Paulo
A sua Paraíba
Pra somente os racistas
Cito uma parte da Bíblia:

A terra o fruto
Logo vai te negar...
Mas como não negaria
Se sem água ficar?..

Há mais cidades em Minas
Que países no mundo,
Minas tá no mundo inteiro
E os mineiros tão em tudo.

Se carioca e paulista
Sentem inveja dos gaúchos,
Dos mineiros nem se fala
É um artigo de luxo.

Por isso sou mineiro
Bem localizado,
No sertão, na caatinga
Mata atlântica e cerrado.

Humilde e hospitaleiro
Povo miscigenado
Falta pão? Dividimos...
Todos no mesmo barco.


Com a Itália sua cozinha
Noutro patamar chegou,
E com os índios e os portugueses
Sua cultura renovou.

Os africanos nos tornaram
Povo humilde e acolhedor,
Com os chilenos e argentinos
Cada vez mais batalhador.

Com os paulistas nos negócios
Mato Grosso a plantação,
Cariocas na malícia
E os goianos no modão.

Com os baianos no sossego
Capixabas no astral,
Uruguaios na inconfidência
Saudades no Distrito Federal.

Minas é exemplo
E um orgulho pra nação,
Salve o povo mineiro
E sua miscigenação.

 



PAISAGENS MINEIRAS




Vejo a Maria Fumaça já
Cortando os seus montes,
E os pescadores lançam redes
Logo abaixo de suas pontes.

Lindas praças na cidade
Fontes d'água a brilhar,
E na panela de pedra
Um pequizinho pra animar.

Vejo as mais lindas igrejas
Pôr-do-sol e construções,
Tua lua prateada
Lindos vales e mansões.

Vejo as vilas mais antigas
E pessoas a nadar,
No teu grande e imenso rio
Um navio vai navegar.

As carrancas nos teus barcos
E as cavernas monumentais,
Minas de ouro, trem de ferro
E o cerrado das gerais.

Vejo o teu carro de boi
O café e as plantações,
Benjamin Guimarães
E as suas mais belas ações.

Vejo a tua cavalhada
Reis, quadrilha e as noitadas,
Pão de queijo, rapadura
Goiabada e coalhada.

Brigadeiro, pé de moleque
Vejo o teu povo alegre,
Forno de lenha e a cachaça
E o conto das alma penada.

Teu folclore e as cantiga
Vejo as moça bonita,
Os teus campos e as flores
Minas tem muitos amores.

As veredas e chapadas
E as belezas naturais,
Essa terra acolhedora
Não esquecerei jamais.




ANTIGAMENTE


Antigamente eu brincava
Com os primos de pião,
Ia junto pro estadio
Vê o time do coração.

Com os amigos nós fazia
Serenata pras namoradas,
Se pegasse um cineminha
Ia o sogrão e as cunhadas..

Ia no rio pra soltar pipa
De vez em quando nós nadava,
E a água até chagava
No meio fio da calçada.

Sempre escutava o rádio
Trabalhando na oficina,
Quando chovia jogava bola
Eu que lavo a roupa minha..

A noite a luz acabava
Da escola num breu saia,
Pegava piolho na estrada
Do cabelo das menina.

Se é em casa, tô de boa
Na igreja, sossegado...
Vou na casa dos meus primos
Mas na escola sou atentado!

A gente sempre passava cola
Cola nas costas dos outros,
Nem te digo o que escrevia
É motivo de desgosto.

Todo final de semana
Um milho verde agente assava,
Fazia trilha, ia pro parque
Ajudava o pai na inchada.

Pro mercado comprar leite
No engenho, rapadura,
Ia na casa de farinha
Mãe levava os seus caçula.

No areão de bicicleta
Pra ir na casa da vovó,
Todos no fogão de lenha
Ia de uma vez só.

Pé de manga e umbuzeiro
De laranja e de limão,
Pinha e jabuticaba
Jaca, acerola e mamão.

Lembro lá dos periquitos
Das galinhas e os cavalos
Dos bezerros e dos bois
Dos cachorros e dos gatos.

Que saudades desse tempo
Tudo era bom demais,
Não esqueço os momentos
Que ficaram lá pra traz!

© DEIVID BORGES



Mineiradoxo


Estou patrocitiado,
É patrocínio por todos os lados...
Até mesmo em Diamantina
Não existem montes claros...
Passei em Curral de Dentro
E deixei aberto uma porteirinha
 Saiu boi igual formiga
Com sininho e ladainha...

Na capelinha apagam a luz?!
Roubaram as pedras de Maria da cruz!!!
Pedra azul e ouro preto
Da Princesa Januária
Cássia decifra o roubo:
_Tragam um Juiz de fora pra área!

E fizeram um juramento
Pra seguir aqueles passos
Só acharam ouro branco
E dois riachinhos calmos...

Presidente JK e Governador Valadares,
Com duas cartas na manga
Sete lagoas foram pros ares...
Fizeram um ribeirão das neves
Só com a lagoa dos patos de minas...
E as outras seis um mar de Espanha,
Pra cair na veredinha
Pontiaguda e espinosa
Que desaguam nas salinhas.

Lá pegaram umas momonas
E venderam à Teófilo Otoni
Que avista duas mulheres
Em um belo horizonte.

Dona Euzébia e Cristina
Vendem caldos no mercado
Caldo de galinha, caldo de cana,
Caldas novas e poços de caldas...

Entregaram ao Guarda-mor
As momonas que haviam guardado
Elas iam pro comercinho
Clandestino da cidade.

Mas à perderam num florestal
Perto da fronteira dos vales
Onde a luz era abundante,
Igarapé e pequi no monte
Onde a boiada de rodeiro
fez o claro virar preto.

Quando escutei os tiros
Do Guarda-mor,
Abri a porteira  do ribeiro
Tombos eu levei...
Mas Cássia viu as maravilhas
Das momonas que escondia
 As pedras que também eram
De outras três Marias.

----------------------------

 © K DEIVID BORGES



Passagem Paga

Fonte.: https://leoaassanhada.blogspot.com.br/2009/11/vamos-pesca.html


Paciência Profundamente
Pra Pablo Pereira pegar peixinhos,
Primeiramente pegando pão 
Para posição. Passando pouquinho...

Pesando peixe pro pessoal
Poder pagar por peixe pegado,
Pensa passar pacotes pro porto
Para promover produtos pescados.

Pablo Pereira pediu...

Passagem pra Pirapora,
Pronto Pablo Pereira 
Pode passar passagem pagada.

Por Pirapora perambulou
Procurando praticidade,
Propagandas Pablo passou
Promovendo peixes pra publicidade.

Pressionado pela procura
Pablo Pereira precisa partir,
Prometendo pegar pescados
Plena piracema para produzir.

Pablo Pereira pediu...

Passagem pra Pirapora,
Pronto Pablo Pereira 
Pode passar passagem pagada.

Prateleiras perdendo peixinhos
Pras pessoas piradonas,
Porquê preço, peso, proteína
Prazeriam pras poltronas.

Panelas prontas pra promoção
Pegaram peixes preparados,
Primeiro prove peixe predileto
Pra poder pagar por peixe pescado.

Pablo Pereira pediu...

Passagem pra Pirapora,
Pronto Pablo Pereira 
Pode passar passagem pagada.

Procuraram por Pablo Pereira
Pelos prédios protocolados,
 Perceberam penosamente:
Pablo Pereira portanto parado.

Pedrinho Pena pediu pro pai
Permissão pra poder produzir,
Patentearam PF Pescados
Planejavam proezas provir.

Pedrinho Pena pediu...
Passagem pra Porteirinha, 
Possante preto pegou
Propagando picuinhas

Persistente PF Pescados
Prejuízos podiam possuir,
Pokomam, Pacu, Piranha
Pratos prontos podendo pedir.
Pros pitacos positivos
Perspectivas perfeitas parir,
Palmas para PF Pescados
Pois primores podiam partir.

Pedrinho Pena pediu...
Passagem pra patrocínio,
Pesquisando pelo país
Poços, praias pros peixinhos.

Premiado pelas páginas
Piruetas Pedrinho poupava,
Partilhando peça-pedaços
Pra piracema pedrinho parava.

Pegaria Peixe-Palhaço,
Papagaio, Pintado, Piaba...
Preservando peixes pequenos
Pro petshop Pedrinho pegava.

Pedrinho Pena pediu...
Passagem pra Pintópolis,
Parapente pegou...
Pousou próximo primórdios. 

Por panoramas pitorescos
Pedrinho Pena passou,
Por paisagens pontiagudas
Pilotando o planador.

Proibido pescar!
Paradoxos Pedrinho pensou,
Perguntem pro poeta...
Porquê Pedrinho Pena parou?

----------------------------

 © K DEIVID BORGES



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We Are the Champions
I´ve paid my dues
Time after time
I´ve done my sentence
But committed no crime.
[...]
------------------------------------
Nós somos os campeões

Eu peguei minhas duvidas
Pouco a pouco
Eu completei minha sentença
Mas não cometi nenhum crime.
[...]
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